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Quem somos?

Somos cidadãos inconformados com o crescimento da pauta da ideologia de gênero no Brasil e com a implantação da agenda progressita, que acarreta na perda de espaços de segurança e de poder para as mulheres e meninas brasileiras.

Tudo começou quando nos mobilizamos – inicialmente em nossas redes sociais – para impedir que uma travesti – que não se aceita como tal e que inveja e odeia mulheres – assumisse a vaga de Presidente da Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres da Câmara dos Deputados.

Para além da inadequação de a vaga ser ocupada por um homem, a personagem impôs, com veemência, a concepção de que homens podem ser mulheres, bastando que haja o autorreconhecimento e autodeclaração para isso.

Esse indivíduo chegou a afirmar que a referida comissão “não trataria de questões de biologia porque o local adequado para isso seriam as universidades”. Nessa mesma esteira, propugnou pela substituição da palavra “mãe” por “pessoa que gesta”. Também exigiu que não se usasse mais a palavra “mulher” para se referir às “pessoas que menstruam”.

Em alguns países, essas pessoas já são tratadas como portadoras de distúrbio mental que lhes acarreta a incapacidade de lidar com a realidade imutável do gênero como resultado do sexo de nascimento.

Distúrbio semelhante se observa naqueles que se identificam como animais e plantas.

A raiz teórica para a ideologia do gênero vem, principalmente, da autora progressista Simone de Beauvoir que insistia na tese de que “ninguém nasce mulher, mas torna-se mulher”. O livro “O Segundo Sexo” foi publicado em 1949 e, desde então, subsidia a sustentação da ideia de que homens podem se transformar em mulheres, bastando o simples desejo para tal.

No Brasil, graças às reiteradas eleições do PT, agenda progressista ganhou força. Paulatinamente, os espaços originalmente reservados às mulheres com vistas a trazer mais segurança e mais condições de ascensão profissional (como as cotas para ingresso na vida política) passaram a ser ocupados também por travestis.